Brasil 247

"O assessor que se inspirou em Goebbels para anunciar o “renascimento da cultura nacional” só foi exonerado porque houve uma grita generalizada diante de tamanho absurdo. Noves fora o plágio nazista, o conteúdo da fala que custou o cargo ao tal secretário é essencialmente o que Bolsonaro já disse e repetiu inúmeras vezes", aponta o jornal paulista

Roberto Alvim e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | ABr)

247 – O ex-secretário nazista de Jair Bolsonaro, Roberto Alvim, só caiu porque deu muita bandeira, aponta o jornal Estado de São Paulo, neste sábado. De acordo com o texto, o verdadeiro chefe do projeto autoritário é Jair Bolsonaro – e todos sempre souberam disso.

"O secretário se foi, mas todo o projeto ficou. A questão central é simples: Roberto Alvim não estava só, nem falava sozinho", diz ela

247 – A jornalista Miriam Leitão lembra, em sua coluna no Globo, que Roberto Alvim não era o único nazista no governo de Jair Bolsonaro e cita a transmissão que ambos fizeram juntos na última quinta-feira. "O fato de ele ter sido demitido, após a natural comoção que provocou no país, não elimina as muitas dúvidas que nos rondam.

A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acaba de divulgar em suas redes sociais, um suposto áudio de uma deputada bolsonarista, que confessa que só teria recebido emendas do governo federal, por ter “votado a favor da reforma da previdência”.

A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acaba de tornar público um áudio-bomba que mostraria a suposta compra de votos para a aprovação da reforma da previdência no governo de Jair Bolsonaro.

Em mais uma demonstração do caráter fascista do governo Bolsonaro, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a ditadura militar é um "tema polêmico" e não há uma pacificação sobre o que ocorreu durante o período de 1964 a 1985. "Não é para ter questão polêmica", afirmou, sobre o Enem não ter abordado o tema

Weintraub diz que vai pegar fundo da Lava Jato para o MEC.

Falando Verdades

O que realmente pesou para Bolsonaro demitir o ex-secretário de Cultura, Roberto Alvim? Teria sido repúdio por ele copiar as frases de Joseph Goebbles? Duas notícias hoje mostram, quem mais teve influência para a demissão de Alvim. O primeiro foi um dado que assessores do Planalto tiveram acesso nessa manhã (17) com a repercussão do vídeo de Alvim, a segunda trata de personalidade diplomática estrangeira, que influenciou na decisão de Bolsonaro.

Vi o Mundo

A carta de estreia de Luiz Carlos Prata Regadas no Viomundo, desde a União das Repúblicas Socialistas do Nordeste (Ursene), não poderia ter melhor personagem que o escritor Fernando Morais.

O encontro se deu durante evento de blogueiros em Salvador.

Morais, agora recluso na Ilhabela, em São Paulo, prepara o primeiro volume da biografia de Lula, que deve ser publicado ainda este ano.

O livro trará revelações bombásticas.

POR FERNANDO BRITO - Tijolaço

Os da minha geração, tínhamos a diversão de pintar, a esferográfica, bigodinhos-mosca nos retratos das figuras – em geral as antipáticas – nos jornais e nas revistas.

Tanto quanto os “chifrinhos” diabólicos que sobrevivem até hoje, era a forma infantil de revelar demônios onde antes alguns não os viam.

Ontem reproduzi esta foto de Bolsonaro, com um ar “possuído”, para ilustrar uma crônica em que ele dizia que pessoas de esquerda não eram “normais”.

Por Jornal GGN

Estação Comandante Ferraz, plataforma científica brasileira na Antártida. Foto: Mauricio de Almeida - TV Brasil

Jornal GGN – A Estação Comandante Ferraz, nova base científica do Brasil na Antártida, foi inaugurada na última quarta-feira (15) com pompa e circunstância. Apesar dos equipamentos de ponta, a construção foi feita em cima dos resíduos das antigas instalações, que foram destruídas por um incêndio ocorrido em fevereiro de 2012.

Esmael Morais

O Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo divulgou nota de repúdio à truculência da Polícia Miltar paulista contra as manifestações do Movimento Passe Livre (MPL). Segundo o PT, o governo de João Doria (PSDB-SP) tem agido com violência contra as manifestações populares.

“O Movimento Passe Livre realizou a terceira manifestação contra o aumento da passagem em São Paulo na quinta (16) e mais uma vez houve violência policial”. diz um trecho da nota.
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